Fevereiro roxo

A cor roxa marca a Agenda Nacional de conscientização sobre as doenças no mês de fevereiro. As ênfases estão nas doenças que não tem cura, mas tem tratamento, como lúpus, fibromialgia e Alzheimer. O que elas tem em comum? Uma manifestação clínica com baixa visibilidade para a população em geral e uma dor constante para quem vive com elas.

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Lúpus  

É uma doença autoimune, ou seja, o sistema imunológico da pessoa ataca tecidos saudáveis do próprio corpo. Segundo o site do Ministério da Saúde o Lúpus não tem causa definida e pode se manifestar de formas diferentes dentre elas o lúpus sistêmico e o lúpus discóide (na pele).  

Fibromialgia   

A característica desta doença é ser uma síndrome capaz de causar dor em todo corpo, com sensibilidade nas articulações, nos músculos e órgãos moles. A maior tensão vivida por um portador desta doença é buscar um diagnóstico e ser difícil de encontrar. Mas, ele segue com dores articulares e sensibilidade aguçadas. 

Alzheimer   

Essa é mais conhecida nossa do dia a dia, doença neurodegenerativa capaz de afetar o comportamento de uma pessoa, uma vez que, provoca a decadência das funções cognitivas. A doença de alzheimer evolui de forma lenta e progressiva e seus sintomas devem ser monitorados para que não haja outras hipóteses diagnosticas, pois ela pode ser confundida, em sua fase inicial com outras demências.

Foco no acolhimento

A progressão e/ou a presença dessas doenças podem tornar as pessoas mais sensíveis, com dores constantes e com um sofrimento que não é possível mensurar. O dia a dia dessas pessoas exige delas e dos que convivem com elas uma atenção e um cuidado. Esse ano a campanha chama a atenção dizendo: se não houver cura que haja conforto e acolhimento. Por isso, quem convive também precisa de acolhimento e escuta atenta.

Por fim

Quanto mais desmitificar a presença dessas doenças no cenário social, mais fácil será o diagnostico, acolhida, controle de sintomas e atenção aos portadores, familiares e profissionais de saúde. Deste modo, a conscientização continua sendo a maior ferramenta de prevenção, conhecimento e cuidado em saúde. Todo esse arcabouço juntos faz a diferença, promove a acolhida e uma sociedade capaz de respeitar o outro na sua individualidade e na sua dor. Lembrem-se essas doenças não são visíveis ou fáceis de detectar.

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